quinta-feira, 10 de maio de 2012

New York City (NYC) - parte 1

Esta viagem já estava planejada há 1 ano e meio. Com o anúncio de que eu deveria comparecer aqui para um grande acontecimento familiar. Primeiro passo foi começar a juntar dinheiro. Em seguida, tirar o visto. Eu apenas renovei-o. Foi extremamente fácil, pois os EUA estão com política de atrair os turistas brasileiros. São os que mais gastam por lá! Além disso, reservar a data da viagem no trabalho. E finalmente, comprar o bilhete. Por sorte, paguei pela Copa Airlines na época em que o dólar estava baixo.

Finalmente chegou o grande dia. Sai de Manaus dia 10 de Maio, às 4h00 da manhã. O voo fez conexão em Panamá city. Apenas uma hora esperando após as 3h30 de viagem. Depois, outro voo de 4h40 até NYC. Chego e logo vou comer. Uma aventura para um celíaco! Na verdade foi fácil. Pego o AirTrain que circula o enorme aeroporto até o subway. E de lá, sigo firme até a estação onde desço, ando uns quarteirões e cheguei!

AirTrain do JFK Airport em NYC
Meu irmão Leonardo me esperava com sua mulher e meus pais. Foi um reencontro emocionante, após 11 anos que não me encontrava com ele. Comemos e conversamos bastante. O próximo passo foi navegar na internet e revisar um roteiro de passeio. Aqui tudo está na internet. Fico impressionado com isso.


Leonardo, Elizabeth e mãe
Pai, Leonardo e eu
Então chega a hora de ir a Maplewood, uma localidade vizinha que fica em New Jersey, onde o amigo do meu irmão me esperava para me hospedar. Era necessário pegar um trem. Chego na estação Penn Station e saio correndo para não perder o trem! Literalmente paguei o primeiro bilhete. Mais caro, obviamente. Mas não perdi o trem! Desço em Maplewood e encontro uma cidade calma e residencial. Entro numa sorveteria e peço para chamarem um taxi. Pronto. São e salvo em casa de amigos. Juliano e sua mulher Samanta já têm uma filhinha, a Camila, que me recebeu aos pulos de alegria sem nunca ter me visto antes!

Ruas de Maplewood

Mensagens

Estação de trem de Maplewood
Dia seguinte, passear por NYC! Vou direto ao Museum of Modern Art  (MOMA). Impressionante. Gostei bastante. A exposição que mais gostei foi de Cindy Sherman. São fotos dela mesma. Sua carreira toda foi assim. Sempre com trajes, poses, caras, fantasias diferentes. Achei muito legal. Cada fisionomia e expressão que me chamaram muito atenção! E muitos quadros, esculturas, artes modernas. Vale muito a pena.

MOMA

MOMA
Depois disso, fui na loja do Juliano. Um pet shop com tudo. Um negócio bem sucedido. Ele me levou para almoçar comida tailandesa. Andando pelo centro de NYC. Manhattan! Gosto de ver a diversidade. Pessoas diferentes. Cada um, um estilo. Andar sem ninguém olhando criticando, julgando ou recriminando. Cidade multicultural e cosmopolita. Vida urbana metropolitana que sinto muita falta. E a temperatura boa! Igual São Paulo nesta mesma época do ano. Além de andar pela cidade, já fui visitar os templos do consumo. Aqui é a capital mundial! Tem a Macy's, a TJ Max, Century 21, entre outras. A gente fica maluco com os preços baixos que encontramos. Mas tem que garimpar.

Então chega o momento do casório de meu irmão com Elizabeth. Legal foi ter a presença de meus pais, o irmão Bruno, eu, tia Leila, Mariana e Steven!

Os Calegare!

Mariana, Steven, eu e tia Leila
Primeiro, cortejo dos mariachi nas ruas de manhattan. Foi divertido! Na igreja, celebração católica ao estilo mexicano. O padre era bem engraçado. Há a entrega das 13 moedas de prata do homem à mulher. Ela devolve, como sinal de que ambos cuidarão disso dali em diante. Depois, as mães acendem uma vela cada uma e entregam aos filhos. Eles acendem uma única vela, juntos, e apagam as suas. Em seguida, os pais da noiva colocam um rosário enorme no pescoço do novo casal. Eles rezam à virgem maria e somente na saída é que tiram. Interessante. Agora, legal mesmo foi a limosine que nos esperava lá fora. Direto ao bufê, onde muita música mexicana, coreografia dos noivos e comida boa nos esperava. E o mais divertido: "la víbora de la mar". Noivo e noiva em uma cadeira cada um. Dois ou três parentes devem segurá-los, diante dos empurrões da serpente. Primeiro são as mulheres. Uma vez que o "practice mode" terminou, chegam as trombadas pra valer dos homens. Foi muito engraçado. Fui dormir bem contente esse dia.

Mariachis nas ruas de Manhattan
Família da noiva (esquerda) e os Calegare (direita) 
Pagando de rei!
La víbora de la mar
Família Calegare
Dia seguinte, visitar a "lady os liberty". Pego a balsa e vou até a ilha onde está a estátua da liberdade e do esclarecimento. Esse é seu nome completo. Bem legal. Me senti muito bem ali. Um clima de paz. Claro, a apologia à liberdade típica do povo norte-americano. Antes de ir embora, uma passada por Ellis Island, onde há o museu do imigrante. Fez-me lembrar da histórias de quase todos meus antepassados e da minha própria história. São as agruras de se mudar para outra localidade e ter de se adaptar a novas realidades. Ter novos sonhos e novas oportunidades. Em seguida, almoço em família bem no centro de Manhattan, em Times Square. Aquele lugar é impressionate! Depois, subi no "top of the rock", no edifício Rockefeller Center. Super legal ver toda a cidade ali de cima. E mais uma visita ao Times Square à noite. São tantas luzes que parece até dia!

Statue of liberty and enlightening
Ellis Island
Times Square
Manhattan
Luzes de Times Square



quinta-feira, 26 de abril de 2012

Fonte Boa e RESEX Auati-Paraná

Essa foi uma viagem a trabalho. Alguns dias em campo, como dizemos por aqui. Fomos eu e Marklize, a minha bolsista formada em serviço social. Nossa missão foi visitar as 16 comunidades ribeirinhas da Reserva Extrativista (RESEX) Auati-Paraná.

Chegamos em Fonte Boa de avião. Fizemos reunião com os líderes da Associação Agroextrativista da referida RESEX. No dia seguinte, com lancha 150hp, fomos até a área. Passamos os dias necessários para nossa pesquisa. Conversamos com muita gente, comemos muito peixe fresco, tomamos açai e fomos devorados pelos carapanãs (mosquitos).

Foi uma boa viagem. Para voltar, tomamos o barco (recreio) que saiu de lá na quarta-feira e aportou em Manaus na sexta-feira bem cedinho.

A imagem que fica foi da cheia do rio Solimões e seus afluentes. Povos das águas..


 


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Presidente Figueiredo - Cachoeira Iracema e da Arara

E neste feriado de páscoa de 2012, a pedida foi ir a Presidente Figueiredo. No meu carro fomos eu, Maria (colombiana), Marcos e Renata. Todos meus vizinhos. No outro carro foi Rafael, Ludmila, Larissa e Paulo. E no outro, Talita e Leandro.

Após a 1h30 de viagem, chegamos e fomos logo para o já tradicional café regional. Em seguida, fomos pra cachoeira Iracema, cujas fortes águas impressionam. Tem que pagar R$10,00 para entrar. Na trilha que lega até a cachoeira há umas grutas, que são bem legais e dão um cenário de filme de aventura à selva amazônica. Após risadas, chuva e vento, fizemos nosso pique-nique ao som do violão. Em seguida, caminhamos até a cachoeira da Arara.

Ficamos até o final do dia. Foi bem gostoso estar com os amigos!








quinta-feira, 15 de março de 2012

Categoria de mochileiro

Pau
-05 cidades
-03 estados do Brasil

Ferro
-10 cidades
-05 estados do Brasil

Bronze
-15 cidades
-08 estados do Brasil
-01 outro país

Prata
-20 cidades
-10 estados do Brasil
-03 outros países

Ouro
-12 estados do Brasil
-05 outros países
-02 continentes

Platina
-15 estados do Brasil
-10 outros países
-03 continentes

Diamante
-20 estados do Brasil
-25 outros países
-04 continentes

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Carnaval 2012: Manaus e Presidente Figueiredo

Enfim, chegou o feriado de Carnaval. Eu, que já não gosto mais dessa festa, resolvi fazer programas mais voltados à natureza. Já estava confirmada a vinda de minha grandíssima amiga Heloísa Helena! Diretamente de São Paulo, ela veio conhecer esta cidade e os encantos da natureza amazônica. Claro, com um certo receio das cobras, aranhas, jacarés, insetos e onça da floresta. Mas talvez nem tanto medo de índios, principalmente se eles estivesse pelados!

Aqui em Manaus não há muitos índios, como muita gente pensa. Nesta capital, com quase 2 milhões de habitantes, já como a maior da Amazônia, as tribos já não existem. Na região ainda há muitas etnias. São 66 no estado do Amazonas. Aqui na cidade há alguns grupos, que vêm procurar assistência médica e até oportunidades de trabalho. Há uma feirinha permanente de artesanato no centro, onde se pode comprar lembranças indígenas. E alguns vendedores são indígenas. Fora isso, não há índios. No entanto, ao caminhar pelas ruas de Manaus, vê-se muita gente com feição indígena. É a herança genética desses povos nativos. O pessoal de Manaus tem forte repugnância por serem igualados à índios ou caboclos. São termos pejorativos. Então, já tinha havisado Heloísa: se ver que a pessoa tem cara de índio, finge que são europeus...

No 1º dia, sábado, visitamos o centro: mercado central, feira de artesanato, ruas do centro, teatro amazonas, largo são sebastião, palacete provincial. À noite, deixei ela num aniversário de uns amigos colombianos, enquanto eu fui beber um chá misterioso.

No 2º dia, domingo, acordamos tarde e levei ela para comer um ensopado de tartaruga na casa de uma moça de meu laboratório. À tarde, voltamos e, em seguida, comecei os preparativos da noite do sushi aqui em casa. Convidei uns amigos e foi legal. Apesar do sushi ter saído apenas as 01h30 da manhã, após 4h30 de preparação... Estava bem gostoso!

No 3º dia, segunda-feira, fomos eu, Heloísa, Maria (colombiana) e José (colombiano) a Presidente Figueiredo. Mostrar os encantos da natureza e as belas cachoeiras. Primeiro paramos para tomar o famoso café regional, com direito a tapioca recheada e suco. Depois, fomos ao centro da cidade, onde estão as corredeiras do Urubuí. Em seguida, levei-os à cachoeira do Santuário. É simplesmente maravilhoso. Uma paisagem pitoresca! Almoçamos sushi da noite anterior. Voltamos todos felizes. Ainda à noite, levei Heloísa na casa de um amigo da UDV, para que ela pudesse conversar com um responsável e poder beber o chá no dia seguinte. Toquei um violão e fomos dormir cansados.

No 4º dia, terça-feira, o grande momento. Descansamos de manhã. Amanheceu um dia chuvoso. Tomamos um bom café e fomos ao sítio da UDV pela estrada que vai para Itacoatiara, no núcleo Águas Claras. Almoçamos por lá. E às 16h00, começou a sessão extra, em que Heloísa bebeu o chá hoasca pela primeira vez, pelas mãos do m. Flávio Cidade. Apesar do carnaval de trio elétrico da vizinhança, a sessão foi excelente. Ela se sentiu bem. E finalmente ela conheceu minha religião, onde me fortaleço e sinto a paz. Voltamos tranquilos para casa e ficamos conversando e comendo frutas típicas amazônicas.

No 5º e derradeiro dia, quarta-feira, o dia também amanheceu chuvoso. Mesmo assim, fomos até o zoológico do CIGS. Legal lá. Dá dó ver os animais presos em cativeiros. Em seguida, uma volta pela ponte rio Negro, ver a magnitude desse rio. Depois, uma volta pela Ponta Negra, com parada no Hotel Tropical e almoço por lá. Uma banda de tambaqui que estava deliciosa! No começo da tarde, deixei-a no aeroporto. E lá se foi ela de volta a São Paulo.

Gostei de tê-la recebido em meu lar aqui em Manaus. Mostrar um pouco de como é minha vida. E sempre que alguém da lá quiser me visitar, será sempre bem-vindo!

Palacete Provincial
Zona Franca de Manaus

Praça de artesanato indígena

Mercado Adolpho Lisboa

Feira Manaus Moderna
Açai de Codajás

Peixe fresco

Recreios


Centro de Manaus
Centro

Igreja Matriz de Manaus

Teatro Amazonas
Na festinha do ensopado de tartaruga

Bichos selvagens do Amazonas

Noite do sushi
Presidente Figueiredo

Café regional

Centro de Presidente Figueiredo
Corredeira do Urubuí

Corredeira do Urubuí

RPPN do Santuário
Fauna amazônica

Cachoeira do santuário
Santuário (mas não é um anjo...)

Cachoeira do Santuário
Banho nas águas pretas
Zoológico do CIGS

Gavião Real
Onça negra
Restaurante do Hotel Tropical. Banda de Tambaqui.