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domingo, 5 de janeiro de 2014

Anavilhanas - Ano novo 2013-2014

Fim de ano chegou e eu não voltei para a casa de meus pais. Por conta de muito trabalho por aqui, tive que ficar nas terras manauaras neste fim de ano. Semana do natal eu trabalhei. Mas naquela do ano novo, tive recesso. Pode ser algo psicológico, mas no final de dezembro é muito difícil produzir.

Para a virada do ano, uma galera do Inpa e ICMBio alugou um barco para fazer o passeio para Anavilhanas, o segundo maior arquipélago fluvial do mundo. Atrás apenas de Jauaperi, uns km antes. Saímos no dia 30 à noite de Manaus. No caminho, subindo o rio Negro, passamos por baixo da ponte Rio Negro. Dava para ver as luzes da Ponta Negra. Viajamos a noite toda até chegar a Novo Airão. De carro seriam apenas 2 horas. Mas de barco, indo contra a correnteza, demorou esse tanto. Ainda de manhã, pegamos mais outras pessoas. Finalmente, a turma estava completa. Mais ou menos umas 30 pessoas, de várias localidades. Subimos rio acima até achar uma praia. Finalmente, encontramos um lugar bem bacana. Resto do dia ali, tomando banho de rio! À noite, outro barco estacionou ali. E com luz e música alta, a virada do ano no silêncio da natureza ficou só no sonho.

Dia seguinte, descemos o rio e paramos em outra praia. Era bem menor, mas tinha sombra. Assamos peixe e ficamos ali curtindo o ambiente. Fim da tarde, paramos em Novo Airão, deixamos parte da galera e seguimos rumo a Manaus. Umas 2h00 da matina aportamos. E assim foi essa virada de ano. Gostei do passeio. Nos próximos anos, com certeza novos destinos e novos programas.
















quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Novo Airão, Anavilhanas e Açutuba

Neste feriado do dia 12 de outubro levei minha amiga Marjory, que veio me visitar desde o Recife, para conhecer um pouco da exuberância da floresta amazônica. O destino foi a cidade de Novo Airão. Basta sair de Manaus pela ponte do rio Negro e seguir passando por Iranduba, Manacapuru e chegar até o lugar desejado. Não tem erro. A estrada termina ali. São praticamente 3h de carro desde a capital amazonense. A estrada não é ruim, mas não é também uma maravilha. Mão dupla, com alguns poucos buracos. Sinalização um pouco precária. Sem iluminação alguma.

Chegamos e logo fomos ver a atração principal: os botos roza! É legal vê-los, passar a mão neles. Paga-se R$ 10,00 para entrar no flutuante e ficar ali o tempo que quiser. Fecha às 17h.




Na sequência, encontrei um casal de amigos do INPA que estava trazendo uma catarinense também para conhecer, cujo namorado está morando aqui em Manaus. Eles nos convidaram para rachar uma lancha para ir até uma das ilhas de Anavilhanas, o maior arquipélago fluvial do mundo. Pagamos R$ 60,00 a lancha, dividido pelas 6 pessoas. Foi um passeio curtinho. Atravessar o rio, ir para uma das ilhas e depois parar em um balcão de areia. A paisagem é legal. E a água numa temperatura ideal!




Eu tinha levado barraca para acampar. Mas me dei conta que não levei lanterna. Então, preferi procurar um muquifo para dormir. Encontramos a pousada Juruá, que cobrava R$ 35,00 o quarto. Há uma outra que cobrava ligeiramente menos. E há aquelas mais caras, cheias de frescuras. De noite demos umas voltas pela minúscula cidade, que tem super poucas opções para comer. Dia seguinte, acordamos e fomos para a praia de Açutuba. No caminho, dei carona a um cara com sua mãe. Paramos para comer um café regional. E finalmente a praia. Lá é lindo. Estava com bem pouca gente. Escolhemos um lugar na areia e entramos na água preta do rio, que estava geladinha. Foi um feriado bem agradável. Os encantos da natureza!