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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Goiânia, Pirenópolis, Brasília

E lá fui eu morar definitivamente em Goiânia no final de Junho, após uma rápida ida apenas para tomar posse do concurso. Inicialmente um amigo me recebeu, por 1 semana. Tempo suficiente para eu arranjar uma kitnet mobiliada. E também para eu adoecer, em função da comida muito gordurosa. Foi tenso, mas aos poucos fui superando. Consultei um homeopata que me custou o olho da cara. Devia mesmo ter ido no hospital de medicina alternativa do SUS.

Minha rotina era estudar em casa. Ir dar aulas à noite na universidade. Morava tão pertinho que ia a pé mesmo, pelos 4 quarteirões. Alguns dias fui aos parques da cidade, que são bem bonitos. Não tinha muitos amigos, o que me deixou um pouco deprimido e me fez pensar no valor que tem um animal de estimação na vida de de uma pessoa.

Um final de semana ao mês, eu voltava para Manaus. Enquanto o outro, a Fernanda ia para Goiânia. Especialmente aproveitando os feriados prolongados.

Logo que me mudei, voltei para Manaus prestar o derradeiro concurso da série. Final de julho. Início de agosto eu sabia que tinha passado em primeiro lugar. E que provavelmente até outubro me convocariam. Havia rumores que talvez em janeiro apenas. Então, minha estadia foi provisória, sem querer criar muitas raízes, pois dali a pouco eu voltaria à floresta. De certo modo, isso contribuiu para eu não criar tantos vínculos. De modo geral, as pessoas eram muito simpáticas. Tenho certeza que faria bons amigos por lá. Foi bom enquanto durou. Início de outubro me convocaram e logo fui tomar posse no mesmo ato. Adeus pro Goiás. Volto para fazer os passeios que deixei pra depois e esse depois nunca chegou: Goiás Velho, Caldas Novas, Bonito. Pelo menos, nesse meio tempo pude conhecer Pirenópolis (de ônibus, num final de semana) e ir para Brasília (de carro, num bate e volta) com a Fernanda, que tinha ido só de passagem, para tirarmos visto pros EUA.

Bom mesmo eram as pamonhas goianas! A melhor de todas, uma pamonha de estrogonofe. Delícia!

Goiânia



Pirenópolis



Brasília



terça-feira, 10 de maio de 2016

Viagens a concursos

Em fevereiro de 2016 fui prestar concurso público em Goiânia. Fiquei 5 dias por lá, hospedado na casa de uma amiga. A cidade é agradável. Quente, com noites refrescantes. Preços baratos para comer e viver. Muita gente esnobe por causa de condição social. Centro super limpo, o que me impressionou! Resultado: passei e fiquei aguardando me convocarem. Por conta disso, voltei para Manaus e pedi a mão de minha já convivente em casamento. Na verdade, fazer uma festa de casamento e legalizar a união no civil e religioso. Confesso que fiquei surpreso em passar, pois nem estudei tanto assim, mas dei sorte que os pontos que estudei caíram nas 2 provas. O Centro-Oeste não era o lugar que sonhei para morar, mas tudo tem seu propósito.

Em maio de 2016 prestei outro concurso. Em Rio Branco, Acre. Desta vez, estudei parte dos temas. Um concurso que eu queria passar, pois me manteria na Amazônia e num lugar em crescimento. Ou seja, eu cresceria junto com a cidade. Fiquei hospedado na casa de um casal da minha igreja, que foi bem simpático. Na primeira prova, caíram questões que eu não sabia, mas deu pra enrolar e passei da primeira etapa. Na segunda prova, um assunto que não domino. Acabei não indo bem, mas mesmo assim fiquei em 2º lugar. Em tese, eu poderia aguardar me convocarem.

Voltei para Manaus e dali a 2 semana casei. E nesse meio tempo, me convocaram para Goiânia. Antes disso, o casório e a lua de mel!

terça-feira, 24 de junho de 2014

Chapada dos Veadeiros

De repente, uma daquelas promoções das cias aéreas. E eu e minha namorada compramos bilhetes promocionais para Manaus-Brasília. Feriado de corpus christi. Em plena copa do mundo 2014. E lá fomos nós com nosso mochilões. O dela eu tive que pegar emprestado. Este era sua primeira viagem no esquema mochileiro.

Saímos de Manaus na quinta 19. Chegamos à noite em Brasília, num friozinho típico de outono do serrado. Nosso amigo Rafael foi nos buscar no aeroporto. Dali direto para um sushi. Dai casa e dormir, para dia seguinte bem cedo sair.

Na manhã da sexta-feira 20, saímos rumo à chapada dos Veadeiros. Paramos em São João d'Aliança para comprar comida. E o sol bem bonito no céu azul do cerrado.






Dai, chegamos em Alto Paraíso. Fomos diretos para as cachoeiras Almécegas I (as águas super geladas) Almécegas II (a mais tranquila) e São Bento (com um piscinão legal para nadar), onde passamos o dia.


Almécegas I
Almécegas I

Almécegas II


São Bento


No final de tarde, fomos até a vila de São Jorge, onde as ruas são de barro e o clima é de hippies de butique. Nessa noite estávamos tão quebrados que dormimos cedo. Pagamos uns R$ 30,00 por pessoa, para acampar. Achei caro, mas era um dos campings mais baratos.





No sábado 21, acordamos e fomos direto ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, a pé mesmo porque a entrada é na beira da cidade. Logo na porta, há uns guias guiando os 2 percursos possíveis de serem feitos, que também dá pra ir sem guia. Como havia um grupo grande quase fechado, nos metemos no meio e logo éramos em 11 pessoas. A caminhada no meio do serrado brasileiro foi bem legal. Dia inteiro de pernada. Primeiro pro Cânion 1, depois Cânion 2, para enfim cachoeira do Carioquinha e caminhada de volta. Fim de tarde estávamos em São Jorge novamente. Comemos o PF antes das 19h30, porque essa hora acaba toda comida na cidade. Em seguida, eu e minha namorada fomos até as termas quentes, a 14km de estrada rumo à leste, num local chamado Morro Vermelho. Bem relaxante. A água é morna, na real. O problema é sair da água, porque estava bem frio. Na volta à vila de São Jorge, estava rolando uma festinha junina. Fomos apenas comer algumas coisa e capotar de sono.






















Domingo 22, derradeiro dia de Chapada. Ouvimos falar da cachoeira de Santa Bárbara, na cidade de Cavalcante, indo rumo ao norte a partir de Alto Paraíso. Acordamos cedo para ir até lá, mas aquela enrolação básica matinal não nos deixou sair mais cedo. Mesmo assim fomos até Cavalcante. Chegando lá já era tarde para pegar a estrada de terra até a entrada de uma comunidade quilombola, pegar um guia, andar uns km de trilha e chegar na cachoeira. O moço do centro de informações ao turista da cidade nos desencorajou fortemente. Mas nos indicou outra cachoeira voltando para Alto Paraíso. Paramos na cachoeira Poço Encantado, que é bela mas se paga caro para entrar (R$20,00/pessoa) e não se faz nenhuma trilha. Após a manhã de sol e cachoeira que restavam, fomos rumo a Alto Paraíso para almoçar tardiamente. A cidade é bem simpática e toda mística. Maior concentração por metro quadrado e centímetro cúbico de hippies, doidões e místicos de toda classe. Curti o ar da cidade. Fim de tarde, hora de voltar à capital federal. Minha namorada voltou a Manaus essa noite.


















Segunda 23, ainda afazeres profissionais em Brasília. À tarde jogo da seleção brasileira. E à noite, voltando a Manaus. Curti o feriado mochilando pelo cerrado brasileiro!